Pages

terça-feira, 31 de julho de 2012

Por que os endereços de email possuem arrobas?


Conheça a história por trás da escolha do símbolo utilizado nos envios de emails.
  • Renan Hamann
  • 30/7/2012
  • 29.356 acessos
(Fonte da imagem: iStock)
Se existe algo em comum entre todos os endereços de email é a “arroba”. O símbolo foi introduzido na década de 1960 por Ray Tomlinson para que as mensagens pudessem ser enviadas entre diferentes computadores. Antes disso, todas eram armazenadas em um mesmo dispositivo, sendo necessário que o destinatário também tivesse acesso àquela máquina para receber a “carta virtual”.
Com a “@”, que significa “at” (em, em inglês), as mensagens eram direcionadas para outros servidores. Até hoje isso funciona da mesma maneira. Quando você envia uma mensagem para alguém que tem um email “@hotmail.com”, está dizendo para o sistema que ele deve entrar em contato com os servidores do Hotmail – e o mesmo se aplica aos outros serviços.
Mas por que a escolha da arroba? Ray Tomlinson explicou ao Wired quais foram os motivos da escolha. Na ocasião, ele precisava de um símbolo que não fosse utilizado pelas pessoas e isso eliminava pontos, vírgulas e traços. Como o “@” é a única preposição existente no teclado, foi ela a escolhida. E, desde então, todos os endereços de email trazem a arroba.

E de onde surgiu a arroba nos teclados? [atualizado]

Muitos usuários perguntaram nos comentários, qual era a origem do símbolo nos teclados. Nós pesquisamos e chegamos a uma resposta bem interessante. Ele antigamente era utilizado para representar uma medida de peso. No final do século XIX, os jornais norte-americanos começaram a utilizar a arroba para demonstrar os preços de alguns produtos anunciados. Por exemplo: vendem-se 5 celulares @ 200 BRL. Isso significa que cada um dos cinco celulares está sendo vendido por 200 reais brasileiros.
Com o passar do tempo, o símbolo foi ficando muito mais comum e passou a ser empregado também em máquinas de escrever. Como o teclado de computadores é uma adaptação do utilizado nas máquinas antigas, o símbolo foi importado. É por essa razão que as arrobas estavam presentes nos teclados antes de os emails serem utilizados.
Fonte: Wired

7 pequenas empresas que podem virar gigantes nos próximos anos


Conheça candidatos que querem ser o próprio Instagram ou Facebook da internet.
  • Nilton Kleina
  • 31/7/2012
  • 6.768 acessos
Até abril de 2012, o Instagram era uma microempresa que comandava um único aplicativo que, apesar de ser um sucesso entre os donos de aparelhos com iOS (e depois Android), contava com apenas 13 funcionários. A fórmula de sucesso e a fama foram recompensadas: por US$ 1 bilhão, o Facebook incorporou a companhia, que passou a fazer parte do império bilionário de Mark Zuckerberg.
Essa é uma história de sucesso de uma startup (pequena empresa, geralmente com pouco tempo de vida, que ainda busca um lugar no mercado) que deu certo – mas nem sempre é assim.
Diariamente, uma quantidade incontável de companhias busca uma posição de conforto no mundo da tecnologia, não necessariamente para ser a próxima Apple ou Microsoft (ou ser comprada a elas), mas ao menos para garantir o sustento de seus fucionários. Abaixo, você conhece algumas delas – e é bom guardar os nomes, porque uma ou outra estará (ou até já está) presente na sua vida virtual.

Pinterest

Você já está decorando seu álbum virtual? (Fonte da imagem: Reprodução/Pinterest)
Talvez o exemplo mais famoso, o Pinterest já conquistou o coração do público brasileiro. A mistura de rede social com mural de fotos é um dos sites mais “quentes” da internet atual, sendo considerado até um dos mais populares do mundo – isso com menos de um ano de existência.
E essa já parece uma aposta certa: a rede social acabou de se mudar de um escritório para 25 pessoas em Palo Alto, onde Google e Facebook também deram seus primeiros passos, para San Francisco, possivelmente para um espaço muito maior. O Pinterest também já chamou a atenção da Google e, se não crescer sozinho, pode ser comprado por quantias bilionárias em breve.

Dropbox

Seus arquivos organizados e em segurança. (Fonte da imagem: Reprodução/Dropbox)
Apesar de muita gente ainda não conhecer (ou até usar, mas nem saber do que se trata), a computação em nuvem é um dos destaques da internet – e o Dropbox é um dos principais responsáveis por isso. O serviço de armazenamento não é exatamente uma startup e já é um vovô comparado a outras empresas (ele entrou no ar em 2008), mas ainda tem muito a mostrar.
O lucro é de gente grande: pouco mais de R$ 480 milhões em 2011. Com poucos gastos com publicidade, são pouco mais de 100 empregados para cuidar dos mais de 50 milhões de cadastrados – inclusive Bono e The Edge, do U2, que recentemente injetaram dinheiro na companhia. Mas seu crescimento é ameaçado porque as próprias gigantes já começam a apostar nesse segmento, como oSkyDrive, da Microsoft, e o Google Drive.

Quora

(Fonte da imagem: Divulgação/Quora)
Outra companhia que vive tentando ser gigante, mas ainda “bate na trave”. Pouco conhecido no Brasil e cheio de fãs nos Estados Unidos, o Quora é um site de perguntas no estilo Yahoo! Respostas, mas com mais seriedade e sem as bizarrices. A empresa foi fundada em 2010 por Adam D’Angelo e Charlie Cheever, dois funcionários dos primórdios do Facebook – mas é a comunidade de cadastrados que organiza e direciona a página, no estilo da Wikipédia.
Assim como o parente brasileiro, o Quora já recebeu várias críticas, mas segue crescendo: mudou-se para Mountain View (casa do Google) e agregou R$ 50 milhões em doações só em maio deste ano.

Lemon

Será que é hora de aposentar sua carteira? (Fonte da imagem: Reprodução/Money for your phone)
O empreendimento iniciado por uma brasileira já foi destaque por aqui, mas merece uma nova situação, já que passa por uma situação cada vez melhor. A startup cofundada por Bel Pesce fica no Vale de Silício e cuida de um aplicativo de controle de finanças, uma carteira virtual que já passou de 1,6 milhão de downloads.
Os investimentos ainda são menores em comparação com outros nomes da lista (o último foi de “apenas” R$ 16 milhões), mas o aplicativo é constantemente aprimorado e ganha cada vez mais visibilidade mundial.

Square

O acessório é capaz de debitar compras sozinho. (Fonte da imagem: Divulgação/Square)
Usar dinheiro em espécie para pagamentos é algo cada vez mais raro. Agora, acredite, até a leitora de cartão de crédito tem um substituto: o smartphone. Essa é a proposta da Square (não confundir com a empresa de video games), que é uma das líderes desse mercado em crescimento com um dispositivo que permite transações em débito ou crédito pelo telefone celular.
Ela é tida como “mais útil” que uma rede social, por exemplo, conquistando investimentos altos, que a fazem valer atualmente mais de R$ 2 bilhões. A Square já tirou empregados até da Google Wallet e rivaliza com ninguém menos que o PayPal – mas ela pode ir ainda mais além.

Uber

(Fonte da imagem: Divulgação/Uber)
Pegar táxi em metrópoles pode ser uma verdadeira aventura – a não ser que seu smartphone faça todo o trabalho por você. O produto da empresa Uber substitui seus gritos e perseguições atrás de carros livres por um aplicativo que se comunica diretamente com motoristas privados que estejam próximos, agendando corridas automaticamente.
Por enquanto, a empresa está restrita aos EUA (e pessoas um pouco mais ricas) e luta contra vários concorrentes, mas já ganhou investimentos de US$ 90 milhões diretamente da Amazon, uma potencial compradora. O Brasil até tem uma empresa que corre nessa mesma pista, a TaxiAqui. Será que ela também vai longe?

Meteor

Na mira de gigantes, o Meteor deve levar alguns meses para sair do papel. (Fonte da imagem:Reprodução/Business Insider)
Uma das mais novas sensações da indústria, a novata Meteor Development Group é uma “startup para startups”. O produto da companhia é uma plataforma que facilita a criação de aplicativos, incluindo conexões com redes sociais e outros serviços que costumam gastar muito tempo de desenvolvedores. Com o mercado de tablets e smartphones cada vez maior, é a chance de muita gente ter o produto próprio.
O jovem Debergalis vai se aventurar no mercado das pequenas empresas. (Fonte da imagem:Reprodução/Business Insider)
A imprensa descobriu a Meteor recentemente, quando ela recebeu seu primeiro grande investimento, de quase R$ 23 milhões. O mais incrível? O time de Matt Debergalis é composto de apenas quatro pessoas (incluindo ele próprio!) Em breve, ela já deve entrar na lista de alvos das gigantes.
...
Nenhuma empresa de tecnologia, seja ela famosa mundialmente ou uma ilustre desconhecida, começa do topo. Mas se uma, todas ou nenhuma delas vai conseguir atingir o estrelato, só o tempo e milionários dirão – e, se fosse tão fácil prever essas coisas, muita gente estaria rica ao apostar nessas companhias. Só uma coisa é certa: com elas, o mundo da tecnologia só tem a ganhar.

Nono dígito pode chegar ao restante do Brasil até 2016


De acordo com Telebrasil, ampliação das combinações numéricas pode ser necessária em outros estados.
  • Durval Ramos Junior
  • 31/7/2012
  • 1.268 acessos
(Fonte da imagem: Reprodução/TreeHugger)
Desde o último dia 29, os paulistanos têm de se adaptar com o novo dígito que os celulares do estado receberam. Embora tenha causado um pouco de confusão em quem já estava acostumado com seu número, a novidade veio como uma forma de ampliar a oferta de linhas. No entanto, pode ser que essa “ampliação” deixe de ser uma exclusividade de São Paulo para ser levada para todo o país.
De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, a Telebrasil acredita que todos os telefones celulares brasileiros receberão o dígito extra até 2016, visto que as combinações numéricas possíveis já estão próximas de seu fim. Segundo o periódico, a ideia é suprir a necessidade de cada região com a demanda de novos números.
No entanto, enquanto a quantidade de dígitos tende apenas a aumentar, a qualidade do serviço permanece estagnada — tanto que a venda de novos chips continua proibida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Fonte: Estadão

Wikipad é o tablet que vira console portátil


Com hardware invejável e acessório que transforma aparelho em video game, novidade é aposta para jogadores.
  • Durval Ramos Junior
  • 31/7/2012
  • 1.563 acessos
(Fonte da imagem: Reprodução/Venture Beat)
Embora os dispositivos móveis tenham se mostrado uma ótima alternativa para jogos — principalmente por conta dos ótimos preços cobrados nos aplicativos —, usar um controle digital não é a melhor das experiências, principalmente porque você esconde parte da tela com sua mão. É por isso que a Wikipad decidiu criar não somente um tablet, mas também um joystick especial para que você possa aproveitar o melhor de cada game.
Batizada de Wikipad — sim, a criatividade passou longe dessa vez —, a novidade traz uma tela de 10,1 polegadas com resolução de 1280x800 pixels e pesa somente 560 gramas. No entanto, o que realmente chama a atenção é a configuração. De acordo com o site Venture Beat, o equipamento traz um processador NVIDIA Tegra 3 T30 quad-core de 1,4 GHz e 1 GB de memória RAM DDR2, além de 16 GB de armazenamento.
A página ainda afirma que o tablet já virá com o Android 4.1 — o recém-lançado Jelly Bean — e sua bateria terá autonomia de até seis horas de uso contínuo em games ou oito com vídeos.
(Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)
Outro grande destaque do Wikipad é o acessório que acompanha o dispositivo, transformando o aparelho em uma espécie de video game portátil, adicionando botões e alavancas analógicas físicas nas laterais. A disposição desses botões é bem semelhante ao que acontece nos controles do PlayStation 3 ou Xbox 360, deixando tudo mais simples para quem já está acostumado com essas plataformas — ainda que os gatilhos sejam mais parecidos com o console de Microsoft.
Por enquanto, ainda não há nenhuma previsão para o lançamento do Wikipad, ainda que o presidente da companhia homônima, James Bower, tenha afirmado que pretende fazer com que o tablet chegue ao mercado ainda neste ano.

Android: como proteger suas fotos com senha


Guia simples para você descobrir as principais funções do KeepSafe e esconder as suas fotos.
  • Allan Valin
  • 30/7/2012
  • 7.359 acessos
Nem sempre quem possui um smartphone tem o hábito de travar o aparelho com uma senha. Muitas vezes, isso se deve ao fato de ela tornar o acesso à tela principal relativamente mais devagar. Se você não quer passar por esse inconveniente, mas também não deseja que os seus amigos vejam as fotos no seu celular, uma opção é usar um aplicativo como o KeepSafe para esconder arquivos específicos com facilidade.

Pré-requisitos

  • KeepSafe instalado.

Baixar Hide Pictures with Kii Safe

Faça você mesmo

A tela inicial do KeepSafe não serve para muita coisa, apenas avance para a seguinte. Durante a primeira inicialização, defina um código PIN (apenas números) para proteger o acesso ao aplicativo. No passo seguinte, insira um email para possibilitar que o código seja recuperado em caso de esquecimento.
Feito o login, selecione “Add Pictures” e escolha uma pasta para analisar os arquivos.
Com o diretório aberto, marque quais itens deseja esconder e use o botão com símbolo de cadeado para realizar a ação.
A tela principal do KeepSafe passa a ser a seguinte, onde você gerencia diferentes pastas com arquivos de mídia escondidos.
Ao ativar a opção à direita, na parte superior, é possível escolher arquivos para apagar, compartilhar, revelar e mover para outra pasta protegida.
Na visualização de itens, você pode girar as imagens e alterar seu zoom, bem como iniciar uma apresentação de slides.
Quando você opta por compartilhar, existem as opções “Safe Send” e “Others”.
No primeiro caso, você faz o upload da imagem e consegue uma URL encurtada, na qual há como personalizar o período de tempo pelo qual ela ficará disponível para acessos externos e para quem você vai enviar o endereço.
As configurações do KeepSafe permitem a alteração do PIN, a requisição dessa senha sempre que algo for escondido, a ativação do serviço de recuperação de PIN e a liberação do acesso a um conteúdo do aplicativo (no caso de um código errado ser inserido).
Ao visualizar um arquivo normalmente no seu aparelho e selecionar a opção de compartilhamento, é possível usar o botão do KeepSafe para esconder facilmente a imagem aberta.
Com os passos acima, você consegue usar as principais funções do KeepSafe para esconder sem dificuldades as fotos e vídeos no seu smartphone, deixando esses arquivos protegidos contra bisbilhoteiros.

Android: como remover contatos duplicados da sua agenda


É hora de fazer uma limpeza na lista do seu Android.
  • Paulo Guilherme
  • 31/7/2012
  • 1.382 acessos
(Fonte da imagem: iStock)
Manter a lista de contatos de seu Android organizada é um verdadeiro desafio a ponto de você deixar uma enorme quantidade de nomes repetidos em seu aparelho? Então siga este tutorial do Tecmundo, que vai ensinar você a se livrar das duplicatas indesejadas, mesclando as informações de ambos em um único contato.

Apagando duplicatas

O primeiro passo a ser seguido no processo é acessar os contatos do Google através da conta vinculada ao seu Android. Isso pode ser feito tanto abrindo o Gmail e mudando o modo “E-mail” para “Contatos” quanto usando o endereço “contacts.google.com” (sem aspas).
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Agora, entre na aba “Meus contatos” para ver uma lista das pessoas cadastradas no seu aparelho. Daqui, você tem duas opções diferentes para remover os contatos duplicados, é só escolher qual delas se encaixa melhor às suas necessidades.

Limpeza manual

Embora mais lento, esse é o método mais seguro para evitar uma mesclagem de dados acidental. Para isso, basta selecionar múltiplos contatos na lista do serviço, clicar em “Mais” e escolher a opção “Mesclar contatos”. Não é possível desfazer essa ação, por isso, é bom checar para ter certeza de não estar unindo as pessoas erradas.
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Limpeza automática

Caso você queira um método mais rápido, clique em “Mais” e escolha a opção “Encontrar e mesclar duplicatas...”. Ao fazer isso, o próprio serviço da Google procura por cópias de contatos e os lista para você.
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Antes de pressionar no botão “Mesclar”, é uma boa ideia checar se os contatos e as informações a serem mescladas estão corretas clicando na opção “Detalhes”. Caso o Google Contacts tenha errado, é só desmarcar o contato.
.....
Seja qual for o método tomado por você, a mudança na lista dos contatos deve sofrer alterações assim que a próxima sincronização entre o aparelho e a conta for feita. Agora é só tomar cuidado para que tudo não volte para a bagunça que era antes.
Fonte: CNET


Até quando o gigante das redes sociais fará parte da vida virtual das pessoas?
  • 52
  • Visualizações15.503 visualizações
Por Vinícius Karasinski em 31 de Julho de 2012
Recentemente, o Facebook abriu o seu capital para os investidores na bolsa de valores dos Estados Unidos. A oferta pública inicial, ou IPO, fez a empresa atingir incríveis 104 bilhões de dólares de valor de mercado. A euforia inicial fez muita gente se empolgar com a ideia, investindo fortunas nos papéis da rede social.
A euforia, no entanto, durou pouco. Enquanto este artigo é escrito, a empresa já possui um valor estimado em apenas 48 bilhões. Ainda parece muito, mas é importante entender que em poucos meses o valor caiu pela metade. Para alguns especialistas do mercado financeiro, isso é normal, pois faz parte do processo. Sempre há euforia no início da oferta pública de ações. Esse otimismo exagerado é, aos poucos, substituído pelo equilíbrio, ou seja, os papéis iniciam lá em cima, caem e, em seguida, tendem a se estabilizar.
Mas o que isso tem a ver com o sucesso da rede social? O Facebook pode ter chegado a valer 104 bilhões de dólares, mas  a empresa não é exatamente a mais lucrativa de todas. Segundo informações disponibilizadas pela própria companhia, em 2011, o Facebook teve 3,7 bilhões de dólares em receita. Veja bem: receita, não lucros.
(Fonte da imagem: iStock)
Em dezembro do ano passado, a empresa tinha 845 milhões de usuários cadastrados. Vamos calcular a média para o ano todo em 700 milhões e dividir esse valor pela receita arrecadada. Chegamos ao valor de 5 dólares por ano, por pessoa. Se verificarmos que cerca de 15% da receita bruta vêm de apenas uma empresa, a desenvolvedora de games sociais Zynga, percebemos que o sistema é um pouco frágil.

O maior problema de todos: como fazer o Facebook render?

O sistema de publicidade do Facebook também não é muito rentável para a empresa. Poucas pessoas efetivamente clicam nos anúncios, fazendo com que ele seja muito menos lucrativo que o da Google, por exemplo. Esse aspecto fica ainda mais alarmante quando analisamos o fato de que a maioria dos usuários norte americanos já acessa a rede social somente pelos smartphones, ou seja, a possibilidade de visualização de anúncios nesses aparelhos é ainda menor.
O número de acessos do site ainda não é um problema. Recentemente, o Facebook conseguiu atingir a liderança em dois mercados importantes: Índia e Brasil. Em nosso país, a rede social de Mark Zuckerberg conseguiu tirar a liderança do Orkut angariando mais de 35 milhões de cadastros. Em teoria, ao menos a receita bruta da empresa estaria garantida.
O problema disso é o seguinte: o site tem quase 1 bilhão de perfis cadastrados, mas, destes, poucos consomem publicidade dentro do Facebook. Por mais que um grande número de empresas de todos os gêneros tenha se empolgado com o sucesso da rede social e criado campanhas por lá, a maioria dessas peças publicitárias é mal desenvolvida e não consegue atrair a atenção das pessoas o suficiente.
Recentemente, a General Motors, uma das maiores empresas do ramo automobilístico mundial, eliminou completamente de seu orçamento a publicidade com campanhas no Facebook. Se uma das maiores empresas do planeta simplesmente não se interessa em anunciar na principal rede social da atualidade, temos um problema.
O Facebook possui o que muitos analistas de mercado consideram uma verdadeira mina de ouro, que é o imenso volume de informações disponível em seu banco de dados, tudo depositado lá pelos próprios usuários do site. Esse recurso, segundo especialistas, podeassustar até mesmo a gigante Google. Mas apenas se a empresa souber como utilizar essa vantagem.
(Fonte da imagem: Tecmundo)
Segundo dados oficiais, apenas 1% dos usuários interagem com a publicidade desenvolvida pelas empresas no Facebook. Parece que a mina de ouro que é o volume de informações detido pela rede social não é tão interessante assim ou, pelo menos, ninguém aprendeu a aplicar esses dados de forma correta até hoje.
Logo, a empresa que capitalizou em cima de investidores, arrecadando bilhões de dólares, parece não estar fazendo um bom trabalho ao longo de seus quase dez anos de vida. O Facebook não dá prejuízo, muito longe disso. Mas, por outro lado, também não está trazendo o retorno esperado aos investidores. E isso, a médio e longo prazo, é muito ruim para qualquer empresa.
Para piorar a situação, mesmo cumprindo as expectativas de receita anunciadas na última quinta-feira (26), em sua primeira divulgação de resultados trimestrais, a companhia falhou ao deixar de tranquilizar os seus investidores, não apresentando projetos claros a respeito de suas ações futuras.

Os mais jovens têm cada vez menos interesse no Facebook

O Facebook vem crescendo rapidamente no mundo, principalmente no Brasil e na Índia. Mas e no seu país nativo, os Estados Unidos? Na terra do Tio Sam, a rede social teve um declínio no período de março de 2011 para março de 2012 de cerca de 300 mil usuários.
O Facebook iniciou como uma rede social privada para estudantes universitários. Rapidamente ele caiu no gosto dos jovens e pouco depois passou a fazer parte da vida de quase todas as pessoas, já que o acesso foi liberado para todos. O problema é que a geração inicial, justamente aquela que fez o Facebook crescer, ficou mais velha e passou a acessar o site cada vez menos.
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia)
Os mais jovens, por outro lado, não continuaram a tradição. Segundo uma pesquisa divulgada pela Nielsen, os jovens com idade abaixo dos 18 anos são os que menos acessam redes sociais. Menos, inclusive, que as pessoas da terceira idade.
Mas e por que isso aconteceu? Porque o Facebook está pouco a pouco perdendo o apelo aos jovens? Uma explicação para isso é que a rede não possui diferenciais suficientes para conquistar esse público. E, se eles não estão na rede, seus amigos também não estão, o que, por si só, descaracteriza o principal fator do Facebook, o de “rede social”.

Apenas mais um serviço de compartilhamento de imagens?

Quando surgiu, o grande atrativo da rede era a possibilidade de se hospedar e compartilhar fotografias. Hoje, existem tantos serviços semelhantes que é até difícil escolher. Isso nos leva a outro dado interessante. O Facebook adquiriu o Instagram há pouco tempo por 1 bilhão de dólares. A rede social é um sucesso entre os jovens, mas, e o lucro? Pelo que se sabe, o Instagram nunca rendeu um centavo sequer.
Por que o Facebook investiu tanto dinheiro em algo que não gera lucros? Isso é até fácil de se explicar. Quem estava interessado na aquisição do serviço de compartilhamento de imagens era o Twitter, que já carregou uma boa parte dos usuários do Facebook.
Logo, para tentar recuperar um de seus maiores diferenciais e não perder mais um bom tanto de usuários, a empresa adquiriu o Instagram. Alguns analistas de mercado consideraram a manobra puramente defensiva, ou seja, para garantir a sua hegemonia no setor, a empresa teve que desembolsar um bilhão de dólares.

Mas e o que dizer do Orkut, do MySpace e de outras redes sociais?

O destino de quase todas as outras redes sociais que surgiram no passado foi o mesmo. Por que nós deveríamos esperar que com o Facebook fosse diferente?
Quando o MySpace apareceu, em 2003, foi uma explosão de acessos. Era a primeira vez que as pessoas podiam criar um perfil na internet contendo dados pessoais, imagens e demais informações. Com o sucesso, a rede social passou pelas mãos de mais de uma empresa.

A falta de novidades acabou espantando algumas pessoas. Com a decadência da popularidade, o MySpace decidiu inovar. Mudou tanto que acabou perdendo o foco, fazendo com que a debandada fosse maior ainda.
Essa foi uma das redes sociais que quase sucumbiu ao sucesso do Facebook. A empresa foi comprada pela Newscorp por 580 milhões de dólares. Seis anos depois, o mesmo MySpace foi vendido por apenas 35 milhões de dólares. Quem adquiriu parte do site foi o popstar Justin Timberlake, que decidiu focar no nicho mais forte do MySpace: a música e a descoberta de novos talentos.
O Orkut nunca foi exatamente um bem-sucedido, exceto no Brasil e na Índia. Seu sucesso estrondoso no país refletiu o que aconteceu nos Estados Unidos com o MySpace. Assim que caiu no gosto popular, não parou mais de crescer.
Mas por que então  o Orkut perdeu espaço para o Facebook em solo brasileiro? Um fator a ser considerado foram as constantes mudanças — nem sempre bem planejadas — pela Google que transformaram o site em uma confusão de cores e ferramentas mal preparadas.
Outro fator importante a ser considerado é o filme “A Rede Social”, que contou a história do jovem Mark Zuckerberg e a trajetória de sucesso do Facebook. A propaganda levou muitas pessoas a experimentar o site, o que, pouco a pouco, levou os usuários de um canto a outro.
Uma rede social precisa ter pessoas conectadas para funcionar. Se você não encontra mais os seus amigos em um local, você vai onde eles estão. E, assim, o Facebook chegou aos computadores de mais de 35 milhões de brasileiros.
A Google aprendeu com o Orkut e, para tentar desbancar o Facebook, lançou o Google Plus. A mais nova empreitada da empresa no ramo das redes sociais conseguiu atingir um número recorde de cadastros em seus primeiros dias. Apesar disso, é difícil ver movimento por lá.
Por mais que as pessoas mantenham os seus perfis ativos, poucos acessam a rede diariamente, ao contrário do que ocorre com o Facebook. De que adianta compartilhar a última citação de Clarice Lispector se nenhum conhecido seu vai poder comentar, pois todos estão em outro lugar? Esse parece ser o único empecilho da rede social já que, pelo menos em termos de recursos, o Google Plus não deixa a desejar.

Inovar é necessário. Mas o Facebook está pronto para isso?

Isso tudo nos leva a uma conclusão importante: o que faz com que uma rede social perca o seu apelo junto ao público? Um dos principais fatores é a falta de inovação. Um produto estagnado acaba cansando o público.
Outro ponto a ser considerado é a concorrência. Com tantos produtos disponíveis, qual escolher? Por mais que tenhamos perfis nos mais diferentes serviços, hoje em dia é comum que as pessoas concentrem-se naqueles de nicho, como música e fotografia.
O Facebook ainda é, de longe, a rede mais acessada no mundo, e isso não vai mudar tão cedo. Entretanto, justamente o tamanho é o que pode ser o seu maior problema. Quanto mais pessoas acessando a rede, maior é a dificuldade de se implementar mudanças. Um exemplo disso foi o recurso “Linha do Tempo”, que gerou protestos em todo o mundo, desagradando muita gente.
Um dos principais esforços da rede atualmente é ampliar a receita vinda dos smartphones, já que o acesso móvel não para de aumentar. Para tentar melhorar a situação, o Facebook está de olho no navegador Opera, já que este possui experiência em navegação móvel.
Uma medida que vem sendo discutida há tempos é o lançamento de um smartphone com a marca Facebook. Entretanto, essa hipótese foi negada por Mark Zuckerberg, que afirmou que isso está completamente fora de questão. O objetivo, segundo ele, é fortalecer o que o Facebook já faz — e não implementar novos serviços.
É difícil predizer o futuro da empresa ou se ela vai perder espaço para outras redes sociais. No entanto, é de consenso geral que o Facebook precisa inovar e até mesmo diversificar os seus serviços, pois nenhuma empresa, não importa o seu tamanho, está a salvo de problemas. NokiaKodak que o digam.


Leia mais em:http://www.tecmundo.com.br/facebook/27586-por-quanto-tempo-o-facebook-sobrevivera-.htm#ixzz22ERAhVEx

As 10 páginas mais populares do Facebook


Com quase 1 bilhão de membros, rede social de Mark Zuckerberg revela quais são as páginas mais populares. Será que você segue as fanpages mais curtidas do momento?
  • Wikerson Landim
  • 23/7/2012
  • 60.225 acessos
Quase 1 bilhão de pessoas. Nunca na história universal uma comunidade reuniu tantas pessoas em um só lugar como o Facebook. O “catálogo de rostos” de Mark Zuckerberg é hoje uma das ferramentas mais populares da internet, fazendo com que a empresa fosse avaliada em mais de US$ 100 bilhões no dia de sua primeira oferta pública de ações.
Porém, são poucos aqueles que têm o privilégio de poder conversar com mais de 1 milhão de pessoas ao mesmo tempo. As páginas mais populares da rede social no mundo, por exemplo, ultrapassam a marca de 50 milhões de "curtir". Já pensou em publicar uma mensagem e ser lido imediatamente por 69 milhões de pessoas?
Preparamos uma seleção com as 10 páginas com maior número de “curtir” no mundo. Entre personalidades, filmes, games e programas de TV, qual delas é a campeã na disputa pela popularidade na sua timeline?
    
         
    

1) Facebook: 69,9 milhões

Não há nada mais popular no Facebook do que o próprio . A página oficial da rede social, em que são divulgadas informações sobre novidades e serviços, não tem muita atualização. Desde 24 de maio, por exemplo, não há nenhuma postagem nova. Entretanto, ainda assim ela não para de crescer e já são 69,9 milhões de pessoas acompanhando em tempo real as decisões tomadas pela equipe de Mark Zuckerberg.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

2) Texas HoldEm Poker: 63,5 milhões

A segunda página com maior número de fãs no Facebook é a de um jogo. O game Texas HoldEm Poker, da Zynga, reuniu nada menos do que 63,5 milhões de pessoas interessadas em suas informações. O maior atrativo das publicações são rodadas-bônus e itens especiais gratuitos que podem ser utilizados durante as partidas.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

3) YouTube: 60,9 milhões

É quase impossível imaginar a internet hoje sem os vídeos do YouTube. Um dos sites mais populares do planeta é também um dos campões de audiência do Facebook, com 60,9 milhões de pessoas interessadas em receber suas atualizações. A equipe do YouTube não posta com muita frequência – a cada três dias em média – mas sempre traz vídeos e notícias curiosas que são destaques nas páginas do serviço.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

4) Eminem: 59,9 milhões

O rapper norte-americano Eminem pode se orgulhar de ostentar o título de personalidade mais popular do Facebook. Com impressionantes 59,9 milhões de fãs, o cantor usa a sua página pessoal para divulgar datas e locais de shows, videoclipes e vídeos curiosos. O ritmo de postagem também é leve: em média 10 novidades por mês.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

5) Rihanna: 59,1 milhões

A cantora é a segunda personalidade mais popular do Facebook. Com 59,1 milhões de fãs acompanhando as suas postagens, a equipe de Rihanna adota a mesma linha de trabalho do cantor Eminem: postagens eventuais, pouco menos de dez por mês, e foco em videoclipes e datas dos shows de suas turnês.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

6) The Simpsons: 53,5 milhões

A sexta posição é de uma série animada de TV que já dura mais de duas décadas. O desenho Os Simpsons conta com a provação de 53,5 milhões de usuários da rede social. As postagens na página são diárias e vão desde novidades sobre episódios e programação até notícias relacionadas aos personagens e que são publicadas em diversos sites do planeta.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

7) Shakira: 53,1 milhões

Quase chegando à marca de 53,1 milhões de "curtir", a cantora Shakira vem crescendo na rede social e recentemente passou para a sétima posição. As postagens da página da cantora colombiana são feitas pela sua equipe, e o ritmo de atualização é semanal. Vídeos, entrevistas e participações da cantora em programas de TV são a maior parte do conteúdo postado.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

8) Lady Gaga: 52,9 milhões

A cantora Lady Gaga ainda é um dos nomes mais procurados na internet, mas sua popularidade, embora alta, parece estar estagnada nos últimos meses, uma vez que ela foi ultrapassada por Shakira na lista. O ritmo de atualização também é semanal e, como diferencial, além de clipes e entrevistas, a cantora eventualmente posta fotos suas. Lady Gaga tem quase 53 milhões de "curtir".
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

9) Michael Jackson: 51 milhões

O eterno Rei do Pop não viveu para desfrutar de sua majestade no Facebook. Entretanto, sua equipe de trabalho mantém a página atualizada, com postagens quase que diárias. Além de relembrar momentos da carreira do cantor, as notícias incluem links para vídeos históricos e curiosidades relacionadas ao artista.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

10) Harry Potter: 48,9 milhões

A série de filmes mais popular do Facebook é a saga do bruxinho Harry Potter. Os oitos filmes da franquia, que juntos arrecadaram mais de US$ 7,7 bilhões nas bilheterias, são responsáveis por 48,9 milhões de "curtir" na rede social. Na página da franquia, são relembradas cenas dos filmes e diálogos dos personagens, além de fotos e vídeos dos atores.
(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

O mundo no Facebook

De onde é a maioria dos membros do Facebook? Segundo dados publicados pelo próprio site, o país com maior número de pessoas na rede social são os Estados Unidos, com 156,8 milhões de pessoas. O Brasil já é o segundo colocado, com 48 milhões, e conta com a maior taxa de crescimento nos últimos três meses: 13,8%. Os 10 países com maior número de usuários são os seguintes:
  1. EUA: 156,8 milhões
  2. Brasil: 48 milhões
  3. Índia: 46,3 milhões
  4. Indonésia: 42,5 milhões
  5. México: 33,5 milhões
  6. Reino Unido: 31,1 milhões
  7. Turquia: 30,6 milhões
  8. Filipinas: 27,1 milhões
  9. França: 24,4 milhões
  10. Alemanha: 23,6 milhões

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...