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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Aplicativo Click Brasil - Sua lista Telefônica no Celular


O Click Brasil é SUCESSO TOTAL! 

Disponível para as plataformas iOS, da Apple, e Android, da Google!




Apple Storehttp://itunes.apple.com/br/app/kcalc-investimento/id544693265?mt=8


Google Play: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.br.kodek.view

DESCRIÇÃO:


A Click Brasil é uma empresa que atua na área de propaganda, publicidade e divulgação de empresas, sendo uma excelente ferramenta de trabalho com seu software proprietário: nele contem lista telefônica, produtos e serviços, mala direta, mapas, serviços de mensagens online e criação de layouts. 

Agora a ClickBrasil Inova mais uma vez lançando o seu aplicativo para smartphones: É a primeira lista telefônica completa do Sul de Minas. Todos estes serviços prestam um excepcional auxílio no dia a dia da empresas que recebem este grande produto de forma gratuita. Atuando na região do sul de Minas a mais de 8 anos, tem sido um sucesso frente aos empresários que investem e creditam as suas marcas no Click Brasil.



QR Codes:

Android:



Apple:

por,
Ullysses Neiva de Andrade
Gerente de Projetos Kodek Software

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Android: como alterar as cores de LED de notificações


Confira alguns aplicativos que transformam o LED externo do seu smartphone em uma verdadeira central de informações.
  • Elaine Martins
  • 22/8/2012
  • 8.267 acessos
Muitos smartphones possuem um LED na parte externa do aparelho, que tem como principal objetivo alertar o dono do dispositivo a respeito de alguma atividade ocorrida, como notificação de ligação perdida ou de mensagem recebida.
Como essa pequena luz normalmente é mostrada apenas em uma cor, ela acaba enganando os proprietários dos celulares, que muitas vezes pensam ter uma mensagem esperando para ser lida enquanto, na verdade, a notificação era para avisar que a bateria do aparelho está fraca.
Para resolver esse simples problema, selecionamos algumas aplicações para Android que permitem personalizar a cor do LED de alguns aparelhos. Assim, além de deixar o celular mais com a sua cara, você também já fica sabendo que tipo de notificação ele está exibindo.

Os eleitos

Light Flow Lite

O Light Flow Lite permite controlar totalmente o LED do aparelho. Com ele, é possível manipular não só a cor com a qual a luz frontal pisca, mas também a sua vibração. O app possui opções para configurar as notificações de ligações perdidas, lembretes do calendário, email, MMS e SMS.
Além disso, O Light Flow Lite trabalha com diversos avisos de forma simultânea. Com isso, o LED pisca de forma alternada entre as cores de cada notificação, permitindo que você saiba que há, por exemplo, uma chamada perdida e um SMS esperando para ser lido — isso sem que seja necessário acessar a tela principal do sistema.
(Fonte da imagem: Google Play)Aparelhos compatíveis
Segundo a descrição na página do Google Play, o aplicativo funciona sem problemas no Nexus One, Xperia Ray e em alguns modelos da Samsung.

Blink Flash LED

O Blink Flash LED funciona de maneira semelhante ao app citado anteriormente, mas tem a vantagem de ser compatível com mais modelos de celular. O aplicativo permite ajustar a cor de exibição do LED e também a frequência com a qual ele irá piscar. Você pode configurar notificações de chamada perdida, chamada sendo recebida, SMS e nível de bateria.
(Fonte da imagem: Google Play)
Aparelhos compatíveis
Não há nenhuma especificação do desenvolvedor, mas há relatos de que o app funciona no Nexus, Xperia Play, aparelhos da Motorola, Samsung Galaxy S2 e S3 e alguns modelos da HTC.

LED me Know

O LED me Know foi desenvolvido com foco maior nos aparelhos da HTC, principalmente o Desire 2.2. O app é bem completo e permite escolher a cor e também a frequência com a qual o LED pisca. É possível configurar notificações para alertas do Gmail, ligações perdidas, mensagens de texto, Gtalk, WhatsApp, nível de bateria e espaço em disco.
(Fonte da imagem: Google Play)Aparelhos compatíveis
Apesar de ser desenvolvido para aparelhos HTC, é possível utilizar o LED me Know também no Nexus One, LG Ally e boa parte dos modelos da Samsung.

Handcent SMS

O Handcent SMS funciona de uma forma diferente dos demais aplicativos. Com ele, você pode configurar uma cor diferente para cada contato presente na sua lista. Dessa forma, é possível saber quem está ligando antes mesmo de pegar o celular e ver o nome na tela.
Uma característica legal do Handcent SMS é que você pode personalizar a aparência do próprio app, deixando ele com um visual mais descolado.
(Fonte da imagem: Google Play)
Aparelhos compatíveis
De acordo com a descrição do desenvolvedor presente na página do Google Play, o Handcent SMS funciona sem problemas em qualquer aparelho que tenha um LED de notificações e esteja rodando o Android.

LED Color Tester

A ideia do LED Color Tester é um pouco diferente dos apps listados acima, já que o seu objetivo não é permitir que você configure o LED para cada notificação recebida, mas sim testar quais cores podem ser utilizadas na luz de alerta do aparelho.
(Fonte da imagem: Google Play)
Com ele, basta você selecionar a coloração pretendida e conferir se o LED pisca de acordo com a opção selecionada. Sabendo quais cores são suportadas pela luz de notificação do seu aparelho, fica mais fácil configurar os apps listados ao longo desta seleção.

Conheça a cama à prova de terremotos


Móvel pode suportar até 65 toneladas sem ter a estrutura comprometida.
  • Leonardo Müller
  • 22/8/2012
  • 2.156 acessos
Quem mora em locais com muita ocorrência de terremotos costuma gastar algum dinheiro com proteção contra este tipo de fenômeno natural. Agora, os aficionados em segurança podem contar com mais um item na lista de compras: a Wood Luck, cama extremamente resistente fabricada no Japão.
Como o nome sugere, a cama é feita em madeira, porém é capaz de suportar até 65 toneladas de entulho sem comprometer a segurança de quem está dormindo logo abaixo. Toda essa força se deve ao tipo do material utilizado, proveniente de uma espécie de árvore com algo entre 30 e 40 anos (madeira cipreste).
Essa resistência tem um preço e ele é bem salgado. Contudo, levando em conta que um móvel desse tipo pode salvar a sua vida, os mais de R$ 11,3 mil necessários para tirar o objeto da loja não são tão assustadores.
Fonte: DiginfoTV

[tutorial] Xperia™ P e suas fotos panorâmicas fantásticas!


Não é porque é nosso, mas além do design para lá de elegante do Xperia™ P (feito de aço escovado cortado a laser, em peça única), esse aparelho muito bem acabado e construído também traz uma câmera fantástica de 8 megapixels.
Mais: ela tem o modo de captura rápida. Com apenas um clique no botão de fotos, você captura a sua imagem sem a necessidade de iniciar o aparelho ou aplicativo!
Como não poderíamos deixar de dar umas dicas para você aproveitá-lo ao máximo, hoje vamos falar um pouco sobre as fotos panorâmicas.
O que podemos adiantar, além de as fotos ficarem incríveis nessa câmera, é que elas são super fáceis de tirar e de compartilhar. Ou seja, uma maneira deliciosa de explorar os recursos do seu Xperia™ P. Os resultados você vai ver por aqui, mas vamos lá, passo a passo!
1. No menu de navegação, abra o app de câmera do celular.
2. Vá no quadrado que fica na extremidade do canto superior direito (geralmente, ele está em SCN Auto), a fim de abrir o menu de navegação, conforme está na foto abaixo.
3. Ali, escolha a opção varrer panorama (a última do final, à direita). Clique nela.
4. Aperte a tecla da câmera e gire-a no sentido da panorâmica, lentamente.
5. Mas, atenção: você pode trocar o sentido da panorâmica! Basta tocar no ícone do meio, à esquerda – ali, você pode mudar a direção de captura para cima, para baixo, para a esquerda ou para a direita.
6. Bom, escolhido o sentido de câmera, basta corrê-la lentamente pela cena que você quer tirar.
7. Deixe ela carregar a foto e pronto! Vá ao menu de acervo de imagens, no canto inferior direito, e a selecione.
8. Se quiser compartilhar, vá ao botão de menu principal (o último botão físico do celular à direita) e a opção vai aparecer para que você espalhe a foto em redes sociais, e-mail, e por aí vai.
Super fácil e bacana, não é? O resultado você vê logo abaixo, em uma das fotos que produzimos em Morro de São Paulo, na Bahia. Olha que coisa mais linda e surreal.

sábado, 8 de setembro de 2012

As 10 mulheres mais poderosas do mundo da tecnologia


Conheça as mulheres mais influentes e poderosas em um mercado que já foi exclusivo dos homens.
  • Caroline Hecke
  • 7/9/2012
  • 32.791 acessos
Faz muito tempo que o sucesso no mundo dos negócios deixou de ser exclusividade dos homens. A cada dia, mais mulheres ocupam cargos altos nas empresas e, embora a igualdade de salários não seja uma realidade global, existem muitas delas que deixaram para trás grandes executivos e tornaram-se grandes nomes nos mais diversos campos de trabalho.
No mundo da tecnologia não é diferente: milhares de mulheres ao redor do mundo ganham cada vez mais destaque em suas funções, seja na indústria ou no setor de prestação de serviços. Recentemente, a Forbes (revista americana conhecida pelos rankings dos mais ricos e influentes do mundo) preparou uma lista das mulheres mais poderosas dentro de empresas de tecnologia. Neste artigo, separamos as 10 que mais detêm poder em suas mãos.

Sheryl Sandberg (@sherylsandberg)

 (Fonte da imagem: Reprodução/LSE)

Foram quatro anos sendo diretora de operações no Facebook até que Sheryl Sandberg fosse chamada em junho deste ano para integrar a diretoria da empresa. Ela foi o primeiro membro feminino a compor a mesa e conta com cerca de US$ 1 bilhão em ações da empresa.

Ginni Rometty

(Fonte da imagem: Reprodução/Bloomberg)
Ginni Rometty é mais uma mulher a estrear o espaço feminino na diretoria de uma grande empresa de tecnologia. Depois de 30 anos trabalhando na IBM, Rometty assumiu como CEO em janeiro deste ano. Ela já vinha sendo listada como uma das 50 mulheres mais poderosas no mundo dos negócios pela revista Fortune e chegou a aparecer por sete vezes consecutivas no ranking.

Ursula Burns

(Fonte da imagem: Reprodução/NY Daily News)
Faz três anos que Ursula Burns é CEO na Xerox, e ela tem feito tentativas constantes de transformar a Xerox em uma empresa prestadora de serviços, não ficando mais restrita à venda de impressoras e cartuchos de tintas. A história de Burns é extremamente inspiradora: ela começou na companhia em 1980, em um simples estágio de verão no setor de engenharia. Anos depois ela seria a primeira mulher negra a ocupar um alto cargo entre as maiores empresas dos Estados Unidos.

Meg Whitman (@MegWhitman)

(Fonte da imagem: Reprodução/Forbes)
Em 2010, Meg Whitman deixou de lado as eleições para governador na Califórnia e assumiu um trabalho que pode ser considerado ainda mais desafiador: atualmente, ela é CEO da HP e tem responsabilidades gigantescas dentro da companhia. Com ações em declínio, a HP é atualmente a empresa com a pior performance no índice Dow Jones. Segundo Whitman, deve levar cerca de cinco anos para que a Hewlett-Packard se reestabeleça.

Marissa Mayer (@marissamayer)

(Fonte da imagem: Reprodução/Glamour)
Marissa Mayer foi a 20ª pessoa a ser empregada pelaGoogle, mas ela surpreendeu o mundo da tecnologia em julho: trocou o cargo na Gigante de Mountain View e agora é CEO do Yahoo. A geek de apenas 37 anos entrou na Google em 1999 e é uma das mais jovens na lista da Forbes.

Susan Wojcicki

(Fonte da imagem: Reprodução/Forbes)
Susan Wojcicki é o grande nome por trás de todos os produtos de publicidade da Google: ela comanda AdWords, AdSense, Analytics e DoubleClick. Com isso, ela é responsável por nada menos do que 96% da receita da empresa em 2011 – foram US$ 37,9 bilhões provenientes dos produtos comandados por Wojcicki. As raízes de Susan no Google são fortes: ela alugou sua garagem para Sergey Brin e Larry Page quando o Google não passava de uma ideia de sistema de buscas, em 1998. Wojcicki foi a 16ª funcionária da empresa e, de quebra, sua irmã casou-se com Brin. Além de tantas responsabilidades, ela ainda tem tempo para cuidar de seus quatro filhos.

Safra Catz

(Fonte da imagem: Reprodução/Forbes)
O currículo de Safra Catz é, indiscutivelmente, invejável. Ela é presidente da Oracle desde janeiro de 2004 e faz parte da mesa diretora da empresa desde 2001. Se ainda não fosse o bastante, Catz teria mais um trunfo para contar pontos: ela foi CFO (Chief Financial Officer) da empresa entre os anos de 2005 e 2008. Na Oracle desde 1999, Safra Catz é, inclusive, diretora do HSBC Group.

Cher Wang

(Fonte da imagem: Reprodução/Want China Times)
Cofundadora e presidente da HTC, Cher Wang é filha do falecido YC Wang, ícone de negócios de Taiwan. Ela seguiu os passos do pai e tornou-se uma das mulheres mais influentes e ricas no mundo da tecnologia. Apesar de ter passado por períodos difíceis entre batalhas judiciais e guerras de patentes com Apple e Samsung, Wang comemorou os 15 anos da HTC confiante, dizendo que desafios fazem parte dos negócios.

Padmasree Warrior (@Padmasree)

(Fonte da imagem: Reprodução/Forbes)
Você provavelmente já deve ter ouvido falar sobre a Cisco, afinal, ela é a maior fabricante do mundo de acessórios de redes de computadores. O destino da companhia também está nas mãos de uma mulher: Padmasree Warrior é Diretora de Tecnologia e Estratégia da Cisco e rumores dizem que ela está sendo preparada para substituir o topo e tornar-se CEO da empresa. John Chambers já disse recentemente que está trabalhando ativamente em seus planos de sucessão.

Sue Gardner (@SuePGardner)

(Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia)
Sue Gardner fecha a lista mostrando que um trabalho bem feito pode ser a chave para o sucesso. É possível dizer que a Wikipedia tornou-se um serviço totalmente novo após a chegada de Gardner como diretora-executiva à Wikimedia, empresa por trás da Wikipedia. Em 2007 a companhia contava com apenas 10 funcionários e cerca de US$ 3 milhões em doações anuais. Em 2011 o número de doadores já havia aumentado quase 10 vezes, totalizando US$ 23 milhões doados.
Grandes passos foram dados por Gardner, que conseguiu parcerias essenciais, como a isenção de taxas de navegação ao usar a Wikipedia cedida por empresas de telecomunicações. O benefício está prestes a atingir milhares de pessoas na África, Ásia e Oriente Médio.
Fontes: ForbesCNN

35 anos de disputa: veja quem foram os líderes do mercado da computação


Descubra quais foram as empresas e os aparelhos que dominaram a mente dos consumidores nos segmentos de computadores pessoais, tablets e smartphones.
  • Felipe Gugelmin
  • 7/9/2012
  • 18.569 acessos
Para um observador atento, o mercado de tecnologia possui bastante semelhança com o mundo do futebol. Diversas empresas (times) competem entre si para determinar quem possui os produtos (jogadores) mais atraentes e capazes de atrair um grande público (torcedores) — em ambos os casos, essa rivalidade gera declarações de amor incondicional e uma espécie de fidelidade irracional a determinados nomes.
Quando se trata de produtos eletrônicos, o que determina a sobrevivência de uma marca também é a capacidade que ela tem de vencer seus competidores. A participação que um produto ou empresa tem no mercado é a medida mais importante para medir sua capacidade de sobrevivência — quanto menor esse número, maiores as chances de uma companhia entrar com um pedido de falência ou decidir pela descontinuação de algum dispositivo.
Neste artigo, o Tecmundo viaja pelos mais de 35 anos da história da tecnologia e mostra quem foram os líderes de mercado de cada época (e quais os motivos para isso). Para tornar mais fácil a leitura e compreensão dos dados, dividimos as informações apresentadas em três categorias: computadores pessoais, smartphones e tablets.

Computadores pessoais

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo - Homero Meyer)

1975-1980: a era pré-histórica

Embora o mercado de PCs atualmente seja gigantesco e envolva a circulação de uma quantidade imensa de dinheiro, vale lembrar que, em seu princípio, as máquinas de computação pessoal eram fruto do trabalho de algumas poucas pessoas talentosas que construíam produtos em suas garagens ou em pequenos escritórios.
Como nesse início praticamente qualquer um poderia entrar no mercado sem grandes problemas, as prateleiras das lojas estavam lotadas de máquinas com nomes e características diferentes. Embora houvesse nomes de peso, como o Altair (oficialmente considerado como o primeiro computador pessoal), a existência de uma grande variedade de produtos fez com que não houvesse um único líder de mercado facilmente identificável nessa época.
(Fonte da imagem: Reprodução/PC-History.org)
Entre os nomes que se destacam no período estão o Atari 400/800, o TRS-80 da Radio Shack, o Commodore PET e o Apple 2. O produto desenvolvido por Steve Jobs e Steve Wozniak chamou atenção por trazer o primeiro grande aplicativo da indústria, o software de planilhas VisiCalc. Esse período também marcou o lançamento do Commodore 64, primeiro computador pessoal a realmente atingir um mercado de massa, vendendo 22 milhões de unidades durante a sua existência.
Nessa primeira era, havia uma grande diferença na popularidade de um produto dependendo do mercado em que ele estava inserido. Enquanto dispositivos como o ZX-80, ZX-81 e o Spectrum venderam bastante no Reino Unido, eles não tiveram o mesmo impacto nos Estados Unidos. Da mesma forma, o Apple 2 teve muito mais popularidade na América do Norte do que na Europa, que na época possuía um ecossistema de aparelhos bastante específico.

1981-2012: o Império IBM PC (e de seus clones)

A indústria dos computadores pessoais sofreu um grande impacto quando, em 1981, a IBM introduziu o modelo 5150 da linha IBM PC. Embora não tivesse o mesmo poder de máquinas como o Commodore 64 (e apresentasse um preço mais elevado), o dispositivo conseguiu se estabelecer como padrão devido a dois fatores importantes: o nome de sua fabricante e a existência de milhares de clones.
(Fonte da imagem: Reprodução/Old Computers.net)
Como a máquina havia sido desenvolvida usando peças de estoque, não havia restrições que impedissem outros fabricantes de utilizá-las em seus próprios dispositivos. Isso acabou resultando em uma padronização do mercado, já que todos os produtos desenvolvidos com inspiração na máquina da IBM eram compatíveis entre si — situação impensável até poucos anos antes.
Para tentar mudar essa situação, competidores como a Apple, Commodore e Atari investiram em recursos como interfaces gráficas controladas por mouses, canais de som MIDI e displays coloridos, entre outras características. Porém, razões variadas fizeram com que essas iniciativas não dessem certo, e muitas dessas empresas acabaram falindo ou sendo vendidas durante o processo — em 1997, até mesmo a poderosa companhia da Maçã estava tendo que lidar com perdas bilionárias.

Uma dinastia imbatível

“A guerra dos PCs acabou. A Microsoft venceu”, declarou Steve Jobs durante seu período à frente da NeXT, companhia fundada por ele após ter sido forçado a deixar a Apple. Embora a IBM tenha aberto o caminho para o crescimento da participação de mercado dos PCs, não foi ela quem colheu as verdadeiras recompensas, mas sim a Microsoft, empresa responsável pelo sistema operacional usado na maioria das máquinas vendidas.
(Fonte da imagem: Reprodução/Dipity)
A IBM até tentou recuperar as rédeas do mercado através de uma linha de computadores com tecnologias mais difíceis de serem clonadas. Porém, o impacto causado por essas tentativas foi mínimo, sendo que a única lembrança deixada pela companhia foram os conectores PS/2, ainda presentes em muitas placas-mães disponíveis atualmente.
Entre 1997 e 2003, ocorrem alguns fatos bastante marcantes, sendo o principal deles a volta de Jobs ao comando da Apple. Isso resultou no lançamento do OS X e de uma nova linha de computadores Mac, o que ajudou a salvar a empresa — embora não tenha surtido impacto sobre a participação de mercado que seus produtos têm no setor de computadores pessoais.

Smartphones – computadores na palma de sua mão

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo - Homero Meyer)

2000-2006: os primeiros passos

A ideia de usar dispositivos compactos com a mesma potência de um computador de mesa existe desde que as primeiras máquinas pessoais foram lançadas. Porém, somente em 1996, com a chegada do Palm Pilot, foi que isso se tornou uma parte integrante de nossa sociedade.
(Fonte da imagem: Reprodução/Tek Gems)
Aparelhos do tipo eram conhecidos como PDAs (uma sigla para assistentes digitais portáteis), apresentando uma interface de uso simplificada que permitia a realização de funções como o agendamento de atividades e a configuração de alarmes. Na mesma época do surgimento desses gadgets, celulares passavam por uma transformação rápida, se tornando cada vez mais compactos e acessíveis.
Não demorou até que surgissem produtos que combinavam as características desses dois tipos de dispositivos, sendo que os aparelhos fabricados pela Nokia dominavam com folga o mercado. Apesar de existirem competidores como o PalmOS, o WinMobile e o BlackBerry (que revolucionou o mercado ao se focar no envio rápido de emails), até 2006 o Symbian dominava completamente o mundo dos smartphones.

2007-2012: a ascensão do iOS e do Android

Em 2007, foi anunciado um aparelho que mudou completamente o mercado de smartphones e dita regras até hoje: o iPhone. Deixando de lado teclas físicas e canetas stylus, o aparelho desenvolvido pela Apple optava por uma tela sensível ao toque e uma interface que se mostrava intuitiva para uma grande gama de usuários.
(Fonte da imagem: Reprodução/Onezumi)
Embora as vendas do produto inicialmente tenham sido tímidas, a grande publicidade em torno dele e a comunicação boca a boca fizeram com que ele virasse um verdadeiro fenômeno. Nenhum competidor estava pronto para enfrentar a Apple naquele momento, e não demorou até que outras empresas tentassem emular as características do novo produto — entre elas, a Google.
Apesar do domínio inicial do iPhone e seu iOS, aparelhos com o Android conseguiram dominar o mercado explorando as falhas da estratégia adotada pela Apple. Como nem todas as operadoras dos Estados Unidos possuíam contratos para vender o iPhone, a plataforma concorrente conseguiu explorar espaços em que a companhia de Cupertino não estava presente.
Além disso, a grande quantidade de aparelhos compatíveis com o sistema operacional da Google ajudou a chamar a atenção de uma gama variada de consumidores. O resultado é a guerra travada atualmente entre a empresa de Tim Cook e seus concorrentes (entre eles, a Samsung) pelo domínio do mercado, cujo resultado ainda permanece incerto.

Tablets

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo - Homero Meyer)

2010-2012: supremacia do iPad

Quando chegou às lojas em 2010, o iPad era um produto cujo objetivo real poucos conheciam, algo que não impediu a maioria das pessoas de querer um. Aproveitando grande parte do hardware e dos aplicativos desenvolvidos para o iPhone, o tablet tinha como destaques sua tela de alta qualidade e a presença de uma bateria extremamente durável.
(Fonte da imagem: Reprodução/TechChee)
Embora não tenha demorado até que os competidores entrassem em cena, a supremacia da Apple ainda se mantém estável nesse segmento de mercado. Entre os principais motivos para isso está o fato de que seu gadget compartilha os mesmos aplicativos usados pelos demais produtos fabricados pela companhia e o baixo lucro que as operadoras têm com a venda desse tipo de dispositivo — situação que explica o baixo apoio ao Android nesse caso.
A batalha pela liderança desse mercado promete ser um espetáculo bastante interessante de ser observado nos próximos anos. Além de aparelhos como o Kindle Fire e o Nexus 7 estarem chamando a atenção pelos seus preços reduzidos, a Microsoft pretende usar o peso do nome Windows para conquistar uma grande fatia dos consumidores, tarefa que não será muito fácil de ser cumprida.
Fonte: Ars Technica

Cientistas conseguem guiar barata por controle remoto [vídeo]


Barata-robótica foi criada na Universidade de Carolina do Norte, nos Estados Unidos.
  • Wikerson Landim
  • 7/9/2012
  • 7.986 acessos
Cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, desenvolveram um projeto bastante curioso, cujo resultado criou a primeira barata guiada por controle remoto do mundo. Adicionando um micro controlador sobre o inseto, eles ligaram fios diretamente às antenas e ao abdômen da barata.
Usando pequenos choques elétricos, comandados remotamente via Wi-Fi, os cientistas conseguiram guiar o inseto para a esquerda e para a direita, seguindo um traçado pré-determinado, conforme você confere no vídeo acima.
A expectativa dos cientistas é que os sensores possam ser aperfeiçoados até o ponto em que, um dia, os insetos sejam capazes de executar tarefas, como procurar pessoas presas em meio a escombros. Ou seja, da próxima vez que você for matar uma barata, pense duas vezes: você pode estar destruindo uma futura salva-vidas.

Novo malware quer atingir correntistas do Itaú


Após infectar o PC, aplicativo redireciona o usuário para uma página falsa do banco.
  • Wikerson Landim
  • 7/9/2012
  • 10.246 acessos
(Fonte da imagem: Reprodução/Baboo Forum)
A empresa de segurança ESET divulgou nesta semana um alerta com relação a um malware que pode afetar os correntistas do banco Itaú que tentarem acessar o serviço pela internet. Conhecido pelo nome de Win32/SpyBanker.YJS, o malware é enviado por email, sendo ativado quando o usuário clica sobre um link malicioso.
Se ativo, o malware encaminha o cliente para uma página falsa do banco, mas com aspecto similar à interface original. Nesta página, são solicitados os dados da conta bem como as senhas de acesso a ela. “Todas as vezes que as pessoas forem digitar as suas informações pessoais, devem se certificar que a URL começa por ‘https’”, Camillo Di Jorge, gerente regional da ESET Brasil.
Fonte: Baboo Forum

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O perfil do técnico de informática picareta [infográfico]


Conheça as artimanhas mais usadas pelos profissionais mal-intencionados do ramo para enganar seus clientes.
  • Fernando Daquino
  • 22/8/2012
  • 57.835 acessos
Eles são responsáveis por nos acudir em momentos de tensão, preocupação e algumas vezes até de desespero. Não, não estamos falando do seu gerente no banco, médico ou psiquiatra. Os técnicos de informática podem ser tão importantes em nossas vidas quanto qualquer um desses profissionais, afinal de contas, nossas rotinas estão cada vez mais ligadas ao computador.
O grande problema é que existem alguns “profissionais” do ramo que usam essas situações de transtorno e o conhecimento limitado das pessoas para enganá-las e conseguir um lucro maior sobre seus clientes. Neste artigo, vamos apresentar algumas das principais artimanhas feitas por tais técnicos picaretas, para que assim você esteja preparado para identificar se está sofrendo um golpe.

As artimanhas mais comuns

Como você deve imaginar, existem dezenas de mutretas que os técnicos podem fazer no seu computador para que de alguma forma eles tenham vantagens. Entre os golpes mais básicos estão inventar problemas de hardware quando a falha é apenas de software, instalar programas piratas como se estivessem implementando produtos licenciados (algo extremamente comum com o Windows e oMicrosoft Office) e formatar o computador sem se preocupar com o backup dos dados.
Em relação ao hardware do computador, as picaretagens mais frequentes são instalar peças usadas como se fossem novas, trocar componentes do PC por modelos mais antigos ou mais usados sem autorização e deixar peças soltas no gabinete – para que as vibrações emitidas durante o funcionamento do computador ocasionem atrito entre as peças, causando danos a elas.
(Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Por sua vez, no tocante a softwares, os golpes podem ser ainda mais elaborados. Os relatos mais recorrentes abordam a instalação de vírus para que a máquina apresente problemas em pouco tempo, a inserção de keyloggers e outros aplicativos “espiões” que coletam senhas e informações sigilosas e a cópia de dados e conteúdos pessoais sem consentimento do cliente.

Exemplo prático

Um suposto caso desse tipo de ato, que ganhou grande notoriedade recentemente, aconteceu com a atriz global Carolina Dieckmann. Ela teria enviado o seu computador para consertar e, alguns dias depois, começou a ser chantageada a partir de algumas fotos íntimas adquiridas pelos criminosos.
Por meio de seu advogado, Dieckmann chegou a notificar a Google para que a empresa ocultasse as imagens dela nua no seu motor de busca – pedido que foi negado pela gigante de Mountain View.
Mais tarde, com a prisão dos meliantes envolvidos, ficou provado que, na verdade, as fotos foram roubadas através de um spam. Contudo, ficou exemplificado como uma pessoa mal-intencionada que trabalha como técnico de informática pode facilmente expor e extorquir suas vítimas, digo, seus clientes.

Cuidado nunca é demais

Para tentar escapar de um golpe, você pode perguntar exatamente os problemas existentes e o que será feito para solucioná-los. Com as informações mencionadas pelo técnico, você pode realizar pesquisas na internet ou consultar outro técnico para averiguar se o que foi dito pelo primeiro profissional tem coerência.
Lembre-se: cuidado nunca é demais. Embora tenhamos abordado o tema de uma maneira mais descontraída, nossa intenção é realmente alertar nossos leitores para o fato de que esses profissionais picaretas existem e podem tentar ludibriá-los.
(Fonte da imagem: Reprodução/iStock)

Como jogar

Neste infográfico, você pode montar diferentes perfis de técnicos de informática picaretas. O primeiro passo é elaborar o visual do profissional mudando o estilo do cabelo, o nariz, os olhos, a boca, o formato do rosto e a existência de algum acessório ou barba. Cada uma dessas características possui cinco ou seis diferentes elementos.
Pressionando o botão com um ponto de interrogação ao lado do avatar, o personagem é gerado automaticamente. Nos campos logo abaixo, você confere nomes para o picareta e a cidade fictícia na qual ele reside. Contudo, você pode alterar esses campos como bem entender. Fique à vontade!
Em seguida, você pode escolher como esse profissional mal-intencionado adquiriu seus conhecimentos. As quatro fontes de informações básicas para um técnico mutreta são fóruns na internet, cursos à distância, tutoriais baixados da web ou comprados em sebos e os velhos ensinamentos de algum parente.
Agora, chegou a hora de realmente definir o quão picareta será o seu personagem. Você deve escolher cinco habilidades especiais que ele terá. Ao posicionar o mouse sobre cada quadrado, uma descrição para aquela skill é apresentada. É válido ressaltar que você precisa obrigatoriamente escolher cinco habilidades.
Feito isso, basta clicar no cartão localizado no final do infográfico para ver o resultado das suas escolhas: o perfil de atuação do técnico picareta criado por você.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Shamoon, o malware que formata seu PC


Além de deixar seu computador zerado, o trojan também rouba suas informações.
  • Douglas Ciriaco
  • 18/8/2012
  • 38.528 acessos
Um novo trojan ameaça a segurança do Windows. (Fonte da imagem: Reprodução/Securelist | Kaspersky Lab)
Um novo grande inimigo do Windows começa a rondar o mundo virtual, e não estamos falando de uma nova versão do Mac OS ou de uma nova distribuição de Linux. O vilão da vez para o sistema da Microsoft é o trojan Shamoon, capaz não apenas de roubar dados, mas também de apagar informações do disco.
Ele pode, inclusive, deletar arquivos importantes do sistema, tornando impossível a sua inicialização — o que seria resolvido apenas com a formatação da máquina. O malware é um arquivo de apenas 900 KB que aparece de forma criptografada, como visto na imagem acima, divulgada pelo Kaspersky Lab.

O pequeno diabo

Conforme relato da companhia Seculert, especialista na área de segurança na web, o Shamoon ainda não se tornou uma praga ainda e está infectando apenas máquinas de algumas empresas específicas. Ainda de acordo com a postagem, o malware também conhecido como Disttrack infecta um PC conectado à internet e então faz o mesmo com todas as demais máquinas ligadas a ele pela rede.
A Symantec, dona do antivírus Norton, foi a única empresa que já atualizou suas defesas para combater a nova ameaça. As gigantes do ramo dos antivírus ainda trabalham para descobrir quem está por trás do Shamoon.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O brasileiro inventor da bina vai à justiça em busca dos bilhões de royalties


Do mais caro smartphone ao celular mais simples, todos têm algumas coisas em comum. Eles trocam mensagens, fazem ligações e, nessas, identificam o número de quem está ligando, tem um “bina” incorporado. Um brasileiro alega ser o inventor do mecanismo e, há vários anos, processa um punhado de empresas do setor da telefonia na esperança de receber os royalties que, se pagos, podem chegar à casa dos bilhões. Quem é esse senhor?
Nélio José Nicolai nasceu em Minas Gerais, tem 71 anos e, no final dos anos 1970, trabalhava para a Telebrás em Brasília. Foi lá que, em 1977, ele começou a moldar o que seria o bina, sigla de “B identifica o número de A”.
O bina não chamou muito a atenção da Telebrás. Motivo?
“A Telebrasília não o incentivou a desenvolver a ideia por uma razão que hoje pode parecer piada: a estatal achava que identificar o número de quem fazia a chamada seria uma invasão de privacidade.”
Mesmo assim, o primeiro protótipo foi feito (com o auxílio de uma calculadora) e a patente, registrada no Inpi em 1980. O sucesso na mídia veio em 1982, quando Nicolai instalou quatro binas mais robustas em uma central dos bombeiros, após convencer vários deles que moravam no mesmo prédio a fazerem um teste para amenizar o problema dos trotes.
Nicolai aposta tudo, incluindo seus apartamentos e “cotas” das indenizações que espera receber, em vitórias nas ações que ajuizou contra operadoras e fabricantes de aparelhos telefônicos — inclusive celulares. Estima-se que se ele ganhar todas elas, o valor a que teria direito chegaria perto dos R$ 200 bilhões, tornando-o o homem mais rico do mundo com folga. A questão é um tanto delicada, mas a (ótima) matéria da Galileu, no link ao lado, dá todos os detalhes. [Galileu]

Com mais conteúdo, Apple TV pode substituir a possível HDTV da Apple?


Depois que a Apple TV ganhou suporte ao Hulu Plus, outros dois serviços de streaming chegaram a ela. Esta é uma grande mudança de atitude por parte da Apple, o que torna mais forte a seguinte tese: será que a Apple, em vez de desenvolver uma HDTV própria, vai transformar a Apple TV?
A Apple TV recebeu, esta semana, suporte ao serviço Hulu Plus. Inicialmente, ele funcionava até no Brasil, usando conta americana, mas já foi bloqueado fora dos EUA.
Também nesta semana, chegaram os apps para o Amazon Instant Video nos EUA, e para o Sky Now TV (semelhante ao Netflix) no Reino Unido. Antes, a Apple bloqueava esses serviços, provavelmente para evitar concorrência ao iTunes: afinal, assinar um dos serviços é mais barato que comprar uma temporada de série, por exemplo.
Agora, todos esses serviços chegaram à caixinha da Apple, quase ao mesmo tempo. A empresa mudou de atitude, mas por quê? Talvez ela esteja tratando a Apple TV como um produto sério: aos poucos, parece que ela não é mais apenas um hobby. Como diz Brian Barrett, do Gizmodo US:
…as peças que formam uma Apple TV turbinada estão gradualmente se encaixando. A Apple TV fornece vídeo em 1080p com fidelidade próxima ao Blu-ray. O sistema atualizado de menu traz ecos do iOS de uma forma que poderia acomodar uma tela muito mais cheia. E a maior atualização do Mountain Lion – espelhamento da área de trabalho – poderia ser considerada uma função da Apple TV. Uma ótima função, aliás.
Na verdade, a única coisa que falta na Apple TV e que os concorrentes têm é conteúdo… há apenas uma grande lacuna, que pode ser facilmente preenchida com serviços como Hulu Plus, Amazon Instant Video e Sky Now TV.
O que levanta a pergunta: em vez de vender televisores, a Apple vai apostar na Apple TV? Faz sentido:
Steve Jobs disse a Walter Isaacson que ele acreditava ter “decifrado” a TV. Ele fez isso com um televisor, como muitos analistas continuam a insistir? Ou ele entendeu que cobrar US$100 por uma caixinha com superpoderes de TV, atualizada todo ano, é mais fácil que cobrar US$2.000 por uma TV que eles mantêm por cinco anos?
Sem entrar no ramo de televisores, a Apple pode sair ganhando mais. Com uma caixinha que você adiciona a qualquer HDTV, você evita os problemas das TVs inteligentes: interfaces desajeitadas, poucas fontes de conteúdo, falta de atualizações… A Apple TV poderia resolver tudo isso. Ela só precisa de mais conteúdo – e serviços de streaming são justamente o que faltava.
Mas a Apple não está sozinha nisso. O Roku já oferece mais de 500 canais de conteúdo. O Xbox tem filmes, séries, músicas e jogos. E ainda há a Google TV, que continua sem muito sucesso - mas continua.
A Apple vendeu quatro milhões de Apple TVs nos últimos nove meses, praticamente sem qualquer propaganda. Há interesse do mercado em uma TV mais inteligente. A Apple mudou de atitude e acrescentou mais conteúdo: pode ser mera coincidência, ou um sinal de como a Apple TV se tornará mais central para a empresa – quem sabe, substituindo a possível iTV. [Gizmodo US]

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